Ebrio habito Letra Guilherme de Sá
Morre em seus braços
A menina solidão
Dentre as oras e orações
Quanto à mim
Sou um mar de erros, mas ainda rio
Apesar do brio e do ébrio hábito
Que me faz ver e crer
Que o amor não é amargo
Que o ardor da dor é fogo
Que fina-se ao apagar
Ame-se
E complete-se
E absolutize-se
E ouça os timbres ao seu redor
E encontre a minha voz
E ame-me
E complete-me
E absolutize-me
E vê que o sonho volve ao portador
E o sonhador vê que Deus está ali
E o amor se torna completo e absoluto
E seguimos
Sorrindo
Rindo
Indo
Vive em seu colo
A criança redenção
E nos dialeta em dós
Que, de tão cheios de nós
Vazios ficamos sós
Num céu inquieto
Propício para se descobrir
Que é parte da cura
O desejo de ser curado
Ame-se
E complete-se
E absolutize-se
E ouça os timbres ao seu redor
E encontre minha voz
E ame-me
E complete-me
E absolutize-me
E vê que o sonho volve ao portador
E o sonhador vê que Deus está ali
E o amor se torna completo e absoluto
E seguimos
Sorrindo
Rindo
Indo
Sem mágoa
Sem desacordo
Sem separação
Sem pressa
Sem vírgula
Sem ponto final
Sem dor
Somente amor
Por favor
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