PNE passa por Comissão Especial sem ideologia de gênero
Quarta-feira, 07 de Maio de 2014
Em mais uma vitória da família, o Plano Nacional de Educação - PNE 2011/2020 (PL nº 8035/2010) passou pela Comissão Especial da Câmara dos Deputados sem a ideologia de gênero, nesta terça-feira (6).
Mais uma vez, cristãos e líderes promotores da vida e da família estiveram presentes para a votação do destaque 3.12 do PNE que nem chegou a ocorrer: o deputado e relator Angelo Vanhoni (PT/PR) acatou a posição dos parlamentares que se opuseram à ideologia.
Agora o texto segue para o Plenário da Casa. A expectativa é de que seja votado em 10 dias. Com a aprovação, seguirá para sanção presidencial de Dilma Rousseff. Os deputados querem a aprovação do PNE ainda em maio. Mas ainda há o risco de que a questão do gênero volte à tona em plenário.
A bancada governista, quase que em totalidade a favor da ideologia, é maioria na Câmara Federal. Justamente por isto é necessária a atenção dos cidadãos para que a ideologia não entre de forma sorrateira no texto.
A ideologia de gênero
De acordo com os criadores da Ideologia de Gênero, o conceito de gênero deve substituir o uso corrente do conceito de sexo (masculino ou feminino) - referindo-se a um papel socialmente construído -, retirando de análise qualquer realidade que tenha fundamento em fatos biológicos.
Assim, com a sexualidade determinada pelo gênero e não pela biologia, não há mais sentido sustentar a ideia de que a família é resultado da união estável entre homem e mulher. Este tipo de conceituação abre portas para princípios legais que constroem uma nova sociedade baseada na total permissividade sexual.
A ideologia de gênero, fundamentada em análises marxistas de desigualdade, mostra a instituição familiar como opressora diante das ‘possíveis’ opções e identidades sexuais, como a homossexualidade, bissexualidade, transexualidade, entre outros.
Ainda segundo os defensores, para que estes novos gêneros sejam protegidos contra a discriminação da instituição familiar, a educação deverá ter como meta reconhecida a igualdade de gênero e orientação sexual, assim como a educação sexual, seguindo esta nova orientação que a torna obrigatória nas escolas, por meio do Plano Nacional de Educação.
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